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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008


O amor não tem pressa


Não se afobe, não
Que nada é pra já
O amor não tem pressa
Ele pode esperar em silêncio
Num fundo de armário
Na posta-restante
Milênios, milênios
No ar
E quem sabe, então
O Rio será
Alguma cidade submersa
Os escafandristas virão
Explorar sua casa
Seu quarto, suas coisas
Sua alma, desvãos
Sábios em vão
Tentarão decifrar
O eco de antigas palavras
Fragmentos de cartas, poemas
Mentiras, retratos
Vestígios de estranha civilização
Não se afobe, não
Que nada é pra já
Amores serão sempre amáveis
Futuros amantes, quiçá
Se amarão sem saber
Com o amor que eu um dia
Deixei pra você


Do meu GRANDE Chico

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Introspectiva...é assim que estou me sentindo hoje.
Quieta.Fechada.Indisponível.Silenciosa...et j'aime tout ça...gosto porque isso me coloca mais proxima da minha essência e assim eu posso matar a saudade de mim mesma.E sabe?Do contraire que possam pensar, je ne suis pas triste...inclusive,esse meu mécanisme me confere certa joie...uma espécie de alegria que não tenho a mínima volonté de explicar.E tudo o que eu posso dizer ,é que sou mais eu mesma nestes momentos do que tenho sido em todos os outros...e isso de alguma forma me incomoda e ao mesmo tempo,me faz bem.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Um doce...


Tive um dia extremamente atípico hoje...e até me arriscaria dizer que não fosse pela companhia até às 10 horas da manhã,eu teria todos os motivos para estar,como diz uma amiga, de calundu...

E embora eu nem me recorde qual foi a última vez que estive assim,tenho certeza que tive os meus momentos egoístas onde,certamente,eu só me permitir ver os pontos negativos de uma situação e me entreguei ao mau humor...Ora bolas!Eu sou humana,absolutamente normal,e portanto,estou transbordando de defeitos...

Mas sabe?Costumo ver em tudo um motivo pra sorrir...não sei...talvez eu saiba que a vida é curta demais para que eu perca tempo com dias ruins.Aliás a vida é curta demais para muita coisa...e algumas mais curtas do que deveriam.

Enfim,não tenho mesmo do que reclamar...ainda mais quando o bom motivo do dia foi um Doce...










quarta-feira, 22 de outubro de 2008


"Escrevo por não ter nada a fazer no mundo: sobrei e não há lugar para mim na terra dos homens. Escrevo porque sou um desesperado e estou cansado, não suporto mais a rotina de me ser e se não fosse a sempre novidade que é escrever, eu me morreria simbolicamente todos os dias."


Clarice Lispector

terça-feira, 7 de outubro de 2008


"E desde então, sou porque tu és. E desde então és, sou e somos... E por amor Serei... Serás...Seremos..."

( Pablo Neruda)


Desde sempre e para sempre...



quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Je ne suis pas triste




E foi do inesperado
que surgiram as melhores
surpresas...
as melhores tardes...
as mais intensas sensações...
e a dor,até então desconhecida.



domingo, 28 de setembro de 2008



Ahhh...Quem nunca reprimiu o coração,disse não à paixão...

ou engoliu o choro,como quem engole um ouriço-cacheiro..?






terça-feira, 23 de setembro de 2008

Cancerianos


Cancerianos guardam.

Guardam tudo: coisas, a si mesmos e a você também, caso esteja sob sua concha. Antes de lhe dar acesso a essa área restrita, porém, nosso amigo caranguejo, deve ter ficado "de guarda" por muito tempo, observando você de longe, dando voltinhas, até ter certeza de que não seria rejeitado, de que você não oferece perigo, para então, permitir aproximações...

E isso significa que você deve fazer esse movimento - não espere que um caranguejo venha direto ao seu encontro. Tenha cuidado pra não assustá-lo, ou fugirá correndo para sua toca.

São excelentes observadores...desconfiados,demora-se a conseguir a confiança de um deles.Não se entregam facilmente.É a maneira que possuem de se defender...de se preservar...

Não deixe que o jeito tímido do canceriano os engane.São fortes e decididos.Apenas precisam "sentir o terreno" antes de se manifestarem.

São companheiros e no geral,possuem poucos amigos.Adoram ficar em casa...não gostam de ambientes com muita gente...precisam de algo mais familiar...mais íntimo.

Na paixão,são intensos...no amor,estáveis.Se pode confiar a vida a um destes...São sinceros...mas têm um jeitinho especial de contar a verdade...de forma que não provoque constrangimentos.Costumas ser educados e agradáveis.Jamais verá um canceriano envolvido em alguma situação que permita maior exposição...como crises de ciúmes ou brigas num bar.Eles são reservados...absolutamente reservados.

Respeitam o espaço do companheiro.Têm ciúmes...mas não permitem que isso afete a relação.São serenos.Mas podem explodir...e quando um canceriano explode,pode ter certeza de que você fez mesmo muita coisa.Porque é preciso de muito,para tirá-lo do sério.

Costumam não demonstrar as dores,os problemas...então,por mais dificil o momento que esteja passando...nunca mudará com as pessoas que convive.

E se na relação amorosa, ele não estiver feliz, é você que vai ter que descobrir e mandá-lo ir embora,caso contrário ele permanecerá lá...te fazendo feliz.

Eles guardam tudo - lembranças, memórias, fotografias, bilhetinhos do início do namoro, a primeira música que dançaram.

Não o machuque, pois ele nunca esquecerá... E talvez você nunca fique sabendo o que fez, afinal.Ele apenas guarda tudo para si...inclusive às dores.Você vai precisar aprender a ler os sinais e entender o que está acontecendo, o que ele está querendo...não espere que ele te conte.

Felizes dos que têm de alguma forma,um canceriano.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

L'éducation de poche



Estou cansada.Realmente cansada.
Cansada de todos.Cansada do tudo. Cansada do nada...assim...de uma hora pra outra...
E razões eu tenho,mas é que agora,
elas me incomodam mais.
Agora,mesmo as pequenas coisas,
me cansam.Um cansanço sufocante.
E a vontade que eu tenho é de jogar
tudo pra cima...e mandar quem quer que
ache minha atitude ruim, para lugares inimagináveis!
Lugares para onde já mandei,silenciosamente,
algumas pessoas.
Ah...Quem dera eu pudesse guardar vez ou outra,
a educação no bolso...seria aliviante.
E o quer saber o que me faz continuar ?
Eu não aceitaria ser apenas mais uma.
A idéia de ser indiferente...de ser tão igual...
à mim é "répugnant".

segunda-feira, 15 de setembro de 2008


A minha saudade é maior que a responsabilidade...e é por isso,que nesse momento,deixo de lado meus livros,meus cadernos,e minhas anotações frenéticas das aulas(é..eu ainda não parei com isso...anoto tudo),para te escrever esta carta.
Dia 27 de setembro completarão dois meses que não nos vemos...e isso é uma absurdo.E não pretendo culpar a universidade,nem o tempo cada vesz mais escasso...culpo à mim mesma por isso.Porque tenho a certeza de que nada que eu possa aprender nas aulas,nos estágios ou nos livros,pode ser mais intenso e prazeroso que as nossas conversas de fim de tarde...ou de qualquer hora do dia.Porque como vc me disse certa vez, "nada se compara ao que nós temos" e é nada mesmo.Que se ofendam os parentes!Que morram de ciúmes os namorados!Que lutem por espaço os outros amigos!Você é o que existe em mim de mais verdadeiro...de mais puro...de mais amor...amor demais.E ponto final!E eu tenho muitos por quês para isso...
Porque só o teu colo me consola...
Porque ao seu lado não consigo ficar triste...
Porque só você ouve minhas burradas sem me julgar...e me faz rir delas.
Porque com você aprendi a lição mais valiosa da minha vida.."procurar sempre um lado bom em todas as coisas".
Porque você me faz acreditar que as coisas ainda valem a pena.
Porque com você eu como brigadeiro,com direito a pano de prato queimado,sem culpa...
Porque só por você eu filo aula e não me arrependo...
Porque os melhores momentos da minha vida,passei ao seu lado...a melhor fase...os dias mais felizes...
Porque só com você eu tenho coragem de encarar um karaokê em público...e me divertir com isso.
Porque nesses quase 9 anos, brigamos apenas 3 vezes...e morremos de saudade uma da outra.
Porque sua família é minha família...e vice-versa.
Porque só por você eu largo meus estudos para escrever uma carta!
Porque temos ciúmes uma da outra.
Porque eu me sinto bem com você.
Porque você me aceita como sou...cheia de defeitos.
E porque,quando me permito olhar lá na frente,como se o futuro me pertencesse,você está lá...ao meu lado...como tem estado,todos estes anos.
Amo você minha EMA.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Em paz...



A paz
Invadiu o meu coração
De repente, me encheu de paz
Como se o vento de um tufão
Arrancasse meus pés do chão
Onde eu já não me enterro mais
A paz fez o mar da revolução
Invadir meu destino
A paz como aquela grande explosão
De uma bomba sobre o Japão
Fez nascer o Japão da paz
Eu pensei em mim,
Eu pensei em ti,
Eu chorei por nós
Que contradição, só a guerra faz nosso amor em paz
Eu vim, vim parar na beira do cais
Onde a estrada chegou a fim
Onde o fim da tarde é lilás
Onde o mar arrebenta em mim
O lamento de tantos ais.
A paz...





A Paz( Gilberto Gil/joão Donato )

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Brasileira...


"(...)Pardos, nus, sem coisa alguma que lhes cobrisse suas vergonhas. Traziam arcos nas mãos, e suas setas(...)
(...)A feição deles é serem pardos, um tanto avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem feitos. Andam nus, sem cobertura alguma. Nem fazem mais caso de encobrir ou deixar de encobrir suas vergonhas do que de mostrar a cara. Acerca disso são de grande inocência(...)
(...) Também andavam entre eles quatro ou cinco mulheres, novas, que assim nuas, não pareciam mal. Entre elas andava uma, com uma coxa, do joelho até o quadril e a nádega, toda tingida daquela tintura preta; e todo o resto da sua cor natural. Outra trazia ambos os joelhos com as curvas assim tintas, e também os colos dos pés; e suas vergonhas tão nuas, e com tanta inocência assim descobertas, que não havia nisso desvergonha nenhuma(...)"
E esse povo,dominado por Portugal,com o apoio da igreja católica, perdeu sua identidade cultural.
A índia prenha,carregava no ventre,não mais um índio, carregava a fusão destes povos...a união selada em um só.Não era índio,o que ela levava no ventre, não era europeu...O mameluco que surgia...era um nada,um ninguém...um sem povo.Não era reconhecido por sua tribo,muito menos por Portugal.
1570, substituição da mão- de- obra escrava indígena pela africana...O Brasil consumiu cerca de 11 milhões de escravos africanos...dos 100 milhões escravizados em cerca de 4 séculos de insanidade, de covardia.
O mesmo fenótipo que era fator seletivo para escravidão...era a mesma cor de pele de onde os "sinhôzinhos" retiravam satisfação.
A negra prenha,carregava no seu ventre,fruto de estupro,a fusão forçada de dois povos...e o que com ela levava, não era negro,não era europeu,era o nada.
O mulato que surgia...não pertencia a povo algum,era um zé-ninguém.
E da mistura destes que nada eram; mamelucos,mulatos,cafuzos,caboclos....foi se constituindo o povo brasileiro.Um povo que acredita em todos os santos,orixás e em um único Deus.Um povo que come bacalhau com caruru e tapioca...
Um povo têm a Iemanjá,como a mitologia grega tem Afrodite...
Um povo que tem a fé nas veias e o sampa no quadril.
Um povo que tem de TUDO,tudo junto...
...e tem orgulho de ser TUDO isso.
E termino por dizer; é preciso ser culturalmente forte,para diante de tantas dificuldades,fazer-se impor valores SEUS num processo de dominação...Como fizeram,especialmente, os nossos negros.
O brasileiro é forte...

domingo, 31 de agosto de 2008

A Clarice...


" O que não sei dizer é mais importante do que o que eu digo"
(Clarice Lispector)

São muito poucas as coisas que não sei dizer...o que as torna ainda mais especiais...ainda mais importantes.



Libellule.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Solidão

"Solidão não é a falta de gente para conversar,
namorar, passear ou fazer sexo...
...Isto é carência!
Solidão não é o sentimento que experimentamos
pela ausênciade entes queridos que não podem
mais voltar...
...Isto é saudade!
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se
impõe,às vezes para realinhar os pensamentos...
...Isto é equilíbrio!
Solidão não é o claustro involuntário que o destino
nos impõe compulsoriamente...
...Isto é um princípio da natureza!
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado...
...Isto é circunstância!
Solidão é muito mais do que isto...
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos
e procuramos em vão pela nossa alma."





Fátima Irene Pinto

terça-feira, 26 de agosto de 2008

...





e depois?
abraços suados...
sorrisos desavergonhados...
banho dado...
lençol trocado...
e um até logo a contra gosto.


Libellule

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Libellule



Libélulas simbolizam renovação...nosso crescimento...nossas mudanças.Elas são um símbolo de auto-conhecimento que adquirimos com a maturidade.

A minha, veio num momento ideal e se encaixou harmoniosamente em mim...

Houve quem dissesse que eu iria me arrepender...mas sempre soube que era como ela.Eu e ela...libellules.

Ainda que nos digam que não.Que é tarde para um recomeço...Não me permito à remorsos ou culpas.

Sei o que fiz...sei o que sou e,ainda que eu não saiba para onde vou, eu sei bem o que quero.

E eu tenho tanto a aprender...

E guardo tudo que aprendi...mesmo que seja tão pouco diante do que quero ...do que sei que ainda tenho que aprender.

Aprendi,por exemplo,que existem pessoas que surgem para bagunçar nosso pensamentos...e ficam por lá...sem que se saiba ao certo o motivo. Estas desconcentram...arrancam suspiros...desidratam...enlouquecem!
E existem aquelas mais serenas, que transmitem paz, segurança...aquelas que são exatamente tudo o que precisam ser...e que encantam.
Aprendi que algumas pessoas estarão sempre lá...
Outras, bem,..outras nem tanto.
Algumas retornam do passado...e causam aquela sensação gostosa de não ter sido esquecido, sabe?
E tem aquelas....que embora estejam lá...agente não vê.Aquelas indiferentes. As invisíveis...(quem dera eu não fosse desse tipo para ninguém).
E ainda tem aquelas indivisíveis...por quem somos totalmente egoístas.
E também, as indesejáveis...estas, ainda não me apareceram no meu caminho...
E todos estes tipos de pessoas,de alguma forma, nos ensinam a viver... ensinam a libélula a recomeçar.
Libellule.

O sentido da Vida







Desde de que nascemos, convivemos com pessoas que aprenderam que sem certas coisas não se pode ser feliz.E assim como aprenderam a acreditar nisso, querem que acreditemos também.Sem perceber,os moldados,tentam moldar...e a depender de que material você é feito...eles conseguem.


Mas, felizmente, as pessoas são diferentes. E logo surge uma, no meio de tantas outras, que se nega...uma de material não modelável. E assim, se evidencia. É o elemento diferente. A ovelha negra ( às vezes colorida) da família. A do contra. "La rebelle".

Imagina o mundo cheio de iguais?De pessoas que aceitam sem questionar?Sem pensar...só porque disseram que é assim e pronto...Um mundo cheio daquelas coisas que quando questionadas, recebe-se um odioso “porque sim “ como resposta. Não consigo sequer aceitar que “porque sim” seja resposta para alguma coisa. Merecemos mais! Quando me respondem um destes “porquês”, chego a me ofender...isso não é resposta!

Talvez eu seja aquela que não se encaixa nos padrões...aquela que as pessoas olham sem entender...ao menos causo algum estímulo ao ser crítico que deveria existir em cada um de nós. Ao menos eu causo "por quês".
E se certos olhares devessem me incomodar...sinto muito, e aqui, talvez me diferencie novamente, pois, non me incomodam.E em reposta à todos eles...me esbaldo nos "por quês":

Por que as coisas têm que ser assim?Por que em pleno século XXI, as mulheres tem que sonhar em se casar, em ter filhos , por que têm que ficar em casa arrumando, lavando, passando, cozinhando e ,entre uma tarefa e outra, correr à frente da televisão para se permitir à alienação promovida pelas novelas e programas da tarde...até que os respectivos maridos cheguem do trabalho e possam explorá-las um pouco mais. Por que esta idéia embutida de que não podemos ser felizes sem , necessariamente, precisarmos de mais alguém ao nosso lado? Isso ,para mim,é dependência. Não compreendo como se pode ser feliz com mais alguém, quando não se é feliz sozinho. Isso ,para mim, é " incapacité ". Mas, se eu não respeitasse às diferenças estaria indo contra o que eu mesma sou...então,respeito.Só peço que não esperem de mim, sonhos afins.Até mesmo porque,só a idéia,a meu ver, já é suficientemente repugnante. E certas coisas nunca vão entrar na minha cabeça... então, não percam o tempo precioso de vocês! Usem o tempo que perderiam tentando me convencer, assistindo mais um programa espetacular, inédito e super mega- Power imperdível da tv.
E só direi mais uma coisa... Estas concepções...tudo aquilo que,algum dia, foi dito como certo...tudo o que "certainement" aprenderam a desejar, e muitos fizeram disto o sonho de toda uma vida, isso tudo compreende apenas uma verdade. Eu,como uma boa ovelha perdida,não acredito nela.Mas, é/foi a verdade de um alguém( ou de muitos).Não significa,no entanto,que seja a minha verdade ou....que seja a sua.




Bom início de semana!

Libellule.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

A mulher que lê


Um casal sai de férias para um hotel-fazenda...O homem gosta de pescar e a mulher gosta de ler.

Uma manhã, o marido volta de horas pescando e resolve tirar uma soneca.A mulher,apesar de não conhecer bem o lago, decide pegar o barco do marido e ler no lago.Ela rema um pouco, ancora, e continua lendo seu livro.

Chega um guardião do parque em seu barco, se aproxima do barco em que a mulher estava e fala:

- Bom dia, madame. O que está fazendo?

- Lendo um livro - responde, pensando: será que não é óbvio?

- A senhora está em uma área restrita em que a pesca é proibida, informa.

- Sinto muito,meu caro, mas não estou pescando, estou lendo.

- Sim, mas com todo o equipamento de pesca. Pelo que sei, a senhora pode começar a qualquer momento.Se não sair daí imediatamente, terei de multá-la e processá-la.

- Muito bem....Mas se o senhor fizer isso, terei que acusá-lo de assédio sexual.

- Mas eu nem sequer a toquei! - diz o guardião, confuso.

- É verdade... mas o senhor tem todo o equipamento. Pelo que sei, pode começar a qualquer momento.

E agora,se me der lincença,gostaria de continuar lendo meu livro.

- Certamente...Tenha um bom dia, madame - diz ele, e vai embora.
(Adaptado - autor desconhecido)