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domingo, 31 de agosto de 2008

A Clarice...


" O que não sei dizer é mais importante do que o que eu digo"
(Clarice Lispector)

São muito poucas as coisas que não sei dizer...o que as torna ainda mais especiais...ainda mais importantes.



Libellule.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Solidão

"Solidão não é a falta de gente para conversar,
namorar, passear ou fazer sexo...
...Isto é carência!
Solidão não é o sentimento que experimentamos
pela ausênciade entes queridos que não podem
mais voltar...
...Isto é saudade!
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se
impõe,às vezes para realinhar os pensamentos...
...Isto é equilíbrio!
Solidão não é o claustro involuntário que o destino
nos impõe compulsoriamente...
...Isto é um princípio da natureza!
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado...
...Isto é circunstância!
Solidão é muito mais do que isto...
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos
e procuramos em vão pela nossa alma."





Fátima Irene Pinto

terça-feira, 26 de agosto de 2008

...





e depois?
abraços suados...
sorrisos desavergonhados...
banho dado...
lençol trocado...
e um até logo a contra gosto.


Libellule

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Libellule



Libélulas simbolizam renovação...nosso crescimento...nossas mudanças.Elas são um símbolo de auto-conhecimento que adquirimos com a maturidade.

A minha, veio num momento ideal e se encaixou harmoniosamente em mim...

Houve quem dissesse que eu iria me arrepender...mas sempre soube que era como ela.Eu e ela...libellules.

Ainda que nos digam que não.Que é tarde para um recomeço...Não me permito à remorsos ou culpas.

Sei o que fiz...sei o que sou e,ainda que eu não saiba para onde vou, eu sei bem o que quero.

E eu tenho tanto a aprender...

E guardo tudo que aprendi...mesmo que seja tão pouco diante do que quero ...do que sei que ainda tenho que aprender.

Aprendi,por exemplo,que existem pessoas que surgem para bagunçar nosso pensamentos...e ficam por lá...sem que se saiba ao certo o motivo. Estas desconcentram...arrancam suspiros...desidratam...enlouquecem!
E existem aquelas mais serenas, que transmitem paz, segurança...aquelas que são exatamente tudo o que precisam ser...e que encantam.
Aprendi que algumas pessoas estarão sempre lá...
Outras, bem,..outras nem tanto.
Algumas retornam do passado...e causam aquela sensação gostosa de não ter sido esquecido, sabe?
E tem aquelas....que embora estejam lá...agente não vê.Aquelas indiferentes. As invisíveis...(quem dera eu não fosse desse tipo para ninguém).
E ainda tem aquelas indivisíveis...por quem somos totalmente egoístas.
E também, as indesejáveis...estas, ainda não me apareceram no meu caminho...
E todos estes tipos de pessoas,de alguma forma, nos ensinam a viver... ensinam a libélula a recomeçar.
Libellule.

O sentido da Vida







Desde de que nascemos, convivemos com pessoas que aprenderam que sem certas coisas não se pode ser feliz.E assim como aprenderam a acreditar nisso, querem que acreditemos também.Sem perceber,os moldados,tentam moldar...e a depender de que material você é feito...eles conseguem.


Mas, felizmente, as pessoas são diferentes. E logo surge uma, no meio de tantas outras, que se nega...uma de material não modelável. E assim, se evidencia. É o elemento diferente. A ovelha negra ( às vezes colorida) da família. A do contra. "La rebelle".

Imagina o mundo cheio de iguais?De pessoas que aceitam sem questionar?Sem pensar...só porque disseram que é assim e pronto...Um mundo cheio daquelas coisas que quando questionadas, recebe-se um odioso “porque sim “ como resposta. Não consigo sequer aceitar que “porque sim” seja resposta para alguma coisa. Merecemos mais! Quando me respondem um destes “porquês”, chego a me ofender...isso não é resposta!

Talvez eu seja aquela que não se encaixa nos padrões...aquela que as pessoas olham sem entender...ao menos causo algum estímulo ao ser crítico que deveria existir em cada um de nós. Ao menos eu causo "por quês".
E se certos olhares devessem me incomodar...sinto muito, e aqui, talvez me diferencie novamente, pois, non me incomodam.E em reposta à todos eles...me esbaldo nos "por quês":

Por que as coisas têm que ser assim?Por que em pleno século XXI, as mulheres tem que sonhar em se casar, em ter filhos , por que têm que ficar em casa arrumando, lavando, passando, cozinhando e ,entre uma tarefa e outra, correr à frente da televisão para se permitir à alienação promovida pelas novelas e programas da tarde...até que os respectivos maridos cheguem do trabalho e possam explorá-las um pouco mais. Por que esta idéia embutida de que não podemos ser felizes sem , necessariamente, precisarmos de mais alguém ao nosso lado? Isso ,para mim,é dependência. Não compreendo como se pode ser feliz com mais alguém, quando não se é feliz sozinho. Isso ,para mim, é " incapacité ". Mas, se eu não respeitasse às diferenças estaria indo contra o que eu mesma sou...então,respeito.Só peço que não esperem de mim, sonhos afins.Até mesmo porque,só a idéia,a meu ver, já é suficientemente repugnante. E certas coisas nunca vão entrar na minha cabeça... então, não percam o tempo precioso de vocês! Usem o tempo que perderiam tentando me convencer, assistindo mais um programa espetacular, inédito e super mega- Power imperdível da tv.
E só direi mais uma coisa... Estas concepções...tudo aquilo que,algum dia, foi dito como certo...tudo o que "certainement" aprenderam a desejar, e muitos fizeram disto o sonho de toda uma vida, isso tudo compreende apenas uma verdade. Eu,como uma boa ovelha perdida,não acredito nela.Mas, é/foi a verdade de um alguém( ou de muitos).Não significa,no entanto,que seja a minha verdade ou....que seja a sua.




Bom início de semana!

Libellule.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

A mulher que lê


Um casal sai de férias para um hotel-fazenda...O homem gosta de pescar e a mulher gosta de ler.

Uma manhã, o marido volta de horas pescando e resolve tirar uma soneca.A mulher,apesar de não conhecer bem o lago, decide pegar o barco do marido e ler no lago.Ela rema um pouco, ancora, e continua lendo seu livro.

Chega um guardião do parque em seu barco, se aproxima do barco em que a mulher estava e fala:

- Bom dia, madame. O que está fazendo?

- Lendo um livro - responde, pensando: será que não é óbvio?

- A senhora está em uma área restrita em que a pesca é proibida, informa.

- Sinto muito,meu caro, mas não estou pescando, estou lendo.

- Sim, mas com todo o equipamento de pesca. Pelo que sei, a senhora pode começar a qualquer momento.Se não sair daí imediatamente, terei de multá-la e processá-la.

- Muito bem....Mas se o senhor fizer isso, terei que acusá-lo de assédio sexual.

- Mas eu nem sequer a toquei! - diz o guardião, confuso.

- É verdade... mas o senhor tem todo o equipamento. Pelo que sei, pode começar a qualquer momento.

E agora,se me der lincença,gostaria de continuar lendo meu livro.

- Certamente...Tenha um bom dia, madame - diz ele, e vai embora.
(Adaptado - autor desconhecido)